sábado, 5 de julho de 2014

acordando...

Há mais de um ano que deixei o meu blog, companheiro de todas as horas, aqui esquecido. Peço desculpa. Outras coisas ocuparam-me a mente e isso não devia ter acontecido! O maior erro da minha vida foi deixar tudo à minha volta morrer enquanto me focava na pessoa à minha frente; fui ainda mais burra porque a pessoa em questão, sim, também deixou o mundo à sua volta morrer, mas apenas por instantes! Depois fez questão de lhe dar vida de novo. E eu cega e burra, matei o meu. Não há grande coisa que reste dele, parece Chernobyl...
E depois quando a pessoa que esteve à frente dos teus olhos sempre e sempre ameaça sair de lá, é o terror; aí apercebo-me que não devia ter deixado morrer as florzinhas. Agora sinto-me como um vampiro à luz do sol: desesperado, a morrer, a sufocar.

A vida não é fácil. Uma pessoa antes que tudo deve saber ser feliz sozinha, e quando tiver alguém à frente a fazer de peneira ao sol, deve saber ser feliz de igual modo; a ausência da peneira, no máximo, deve apenas diminuir a felicidade, nunca roubá-la.