quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

primeiro de 2013

Um ano, e umas semanas. Quando descobrimos o meu problema, garantiste-me que ias estar lá para mim, que íamos ultrapassar isto juntos. Garantiste-me que não podias resolver os meus problemas, mas que não me deixavas passar por eles sozinha. Cada vez é mais difícil passar por isto, sou complicada, tu és demasiado relaxado. Talvez eu leve as coisas demasiado a sério, não sei. Mas amo-te, mesmo que nao acredites, mesmo que aches que sou uma criança, mesmo que aches que não sei amar. A maturidade de uma pessoa não é definida pela sua idade! E tenho saudades de há um ano atrás, quando tudo era perfeito, quando mal discutíamos, quando realmente lutávamos um pelo outro. Agora não lutamos, sabes porquê? Porque de qualquer maneira não conseguimos estar um sem o outro, portanto sabemos que ficamos juntos de uma maneira ou outra, acabamos por não tentar mudar, para que tenhamos uma relação mais feliz e sem tantos problemas. Eu vejo um futuro em ti, demasiadas vezes dou por mim a pensar num futuro distante, num futuro «with no clouds». Ainda te lembras? E lembras-te do que aquelas duas músicas, a sua letra significa[va] para nós? Eu sei que por mais que nos amemos, se continuarmos assim, vamos acabar de vez, vamos por um fim porque nenhum de nós aguenta tanta pressão. Então eu, muito menos. 
Agora acabaram por me faltar as palavras, fui à janela e deliciei-me a ver cair a neve. Gostava tanto que aqui estivesses, para «brincar» contigo na neve, para nos distrairmos juntos. Mas não estás, por isso contento-me só a sonhar.
Te amo.